terça-feira, 30 de agosto de 2011

Plásticos portugueses...


Olá, ontem fui às compras...
E para além das habituais dificuldades nos produtos de limpeza e para máquina de roupa e louça (que não encontro Portugueses, sem ser marcas próprias), ontem fui comprar a listinha de coisas para levar para a creche da Inês.

Entre eles, estavam 1 copo de plástico (para a escova de dentes e pasta), e 1 copo para água. Andei à procura de uns que se adequassem, e se possível, dessem para ambas as finalidades.. e claro, se possível, tivessem selo português...

Encontrei copos Domplex, que pertence ao grupo Plastidom.

Aqui vai a apresentação no site deles...
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Imagem e texto in www.plastidom.net

"A fundação da Plastidom ocorreu em 11 de Julho de 1959.

O líder e Presidente da Empresa, Ilidio do Livramento Rufino, implementou uma filosofia de desenvolvimento de novos modelos, empregando materiais e design actualizados, e a aplicação da cultura da qualidade pelo envolvimento de toda a Equipa da Empresa, conduzindo à criação de uma marca própria.

Nasceu assim a marca Domplex, registada em 1967 sob o nº 135.983.
O sucesso dos novos produtos no mercado e o prestígio gradual da marca Domplex foram assinaláveis.

Pela qualidade e novidade dos produtos colocados no mercado, dos serviços adicionais, de mais disponibilidade para o Cliente, do aperfeiçoamento das tecnologias, para o que foram necessários investimentos continuados, a Plastidom foi gradualmente superando a enfrentação com a concorrência e afirmando-se progressivamente no mercado nacional e internacional.

A crescente projecção da Plastidom, em resposta aos desafios que não são já apenas no contexto da União Europeia, mas também da Mundialização / Globalização, colocam a marca Domplex em plano de destaque nas áreas em que se insere, liderando em particular na área das embalagens de armazenamento e transporte."

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Mais uma hipótese de fugir aos "Made in China", e reforçar a economia nacional.. Nos plásticos, procurem Domplex e Plastidom! Seguramente, Made in Portugal!

Para além desta Marca, também conheço a Motassis (a quem costumamos comprar caixas para distribuição de frango) e que também têm fabricação própria.

Mas o campeão dos Plásticos Portugueses é mesmo a Logoplaste.. a 5ª empresa produtora de plásticos a nível Mundial, é Portuguesa.. Produz embalagens para iogurtes, ketchup e tantos produtos que vemos no mercado.. Agora já é tão grande que já tem presença em cerca de 17 países, com cerca de 52 fábricas...

Vide, o que diz q wikipédia.
http://pt.wikipedia.org/wiki/LogoPlaste

Mas convido-vos a darem uma olhada ao site deles, e a verem tantas embalagens que vemos nos nossos supermercados.. e que são Portugueses..
http://www.logoplaste.com/products.php?id=bGFuZz1QVCZwPTUz#
Nem todas produzidas em Portugal.. mas com certeza criadas com génio Português..

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

olá Sara!

muito obrigado pelo teu esclarecimento.Tu dominas a matéria!!!
Bem, só te digo que se queremos que "a malta" compre português é melhor "esquecer" toda esta temática dos códigos 26,27 etc, e na duvida consultarmos o rótulo ou a etiqueta junto aos produtos que remete para o país produtor, e estarmos mais focados no 560.
No entanto é muito importante irmo-nos informando de toda esta problemática e irmos assimilando a informação.
Outro assunto: continuo a não conseguir ser membro do bolg...para pena minha.bjs



segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Esclarecendo códigos de barra..





Olá Milhena...

Ponto bem levantado, já tinha pensado fazer um post sobre este assunto, mas ainda não tinha posto mãos à obra...

Falemos um bocadinho sobre códigos de barra...

Há vários tipos, vide o que diz o site da GS1 Portugal (entidade que gere os códigos de barras a nível Nacional)
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"Existem diferentes tipos de códigos de barras?
Sim. Mas os códigos de barras do Sistema GS1 são os mais utilizados a nível global.

QUE TIPO DE CODIFICAÇÃO GS1 EXISTE?
A construção de códigos GS1, varia conforme as aplicações:
GS1 GTIN-8 ( EAN-8) – Identifica unidades de consumo de dimensões reduzidas. É atribuído exclusivamente pela GS1 Portugal. Processado pelo POS das lojas.
GS1 GTIN-13 ( EAN-13) – Serve para identificar unidades de consumo e é atribuído pelo detentor do CEP. Processado pelo POS das lojas.
GS1 GTIN-14 ( ITF-14) – Identifica unidades de expedição por forma a facilitar processos de gestão de armazém, tais como inventário, manipulação e preparação de pedidos. É atribuído pelo detentor do CEP. Não se destina a ser processado pelo POS das lojas.
GS1-128 (EAN/UCC-128) – Serve para identificar itens comerciais que não se destinem a ser processados nos POS das lojas, nomeadamente unidades de transporte ou logísticas. É atribuído pelo detentor do CEP.

O que é o código de “peso variável”?
O termo “Itens Comerciais de Peso/Preço Variáveis” é aplicado para descrever produtos, tais como o peixe, a carne, os hortofrutícolas ou outros, vendidos, encomendados ou produzidos em quantidades não nomalizadas. A sua designação correcta é “Itens Comerciais de Medidas Variáveis”. O código de peso variável pode representar, peso, preço ou outras medidas.

O QUE É O “CÓDIGO GS1-128”?
É uma codificação baseada na simbologia GS1-128, destinada a identificar itens comerciais que não se destinem a ser processados nos POS das lojas, nomeadamente unidades de transporte ou logísticas. É atribuído pela própria empresa detentora do CEP e permite identificar informação adicional de forma normalizada, como por exemplo: Datas, Lotes, Quantidades e muito mais. "
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Normalmente o que encontramos no supermercado são códigos de 2 tipos. O EAN 13 (o vulgar 560 - vide imagem retirada do site GS1)para quando se está a falar de unidades de consumo que são fixas, e os códigos de peso variável (por exemplo uma covete com 3 bifes de frango, ou 4 maçãs vai variar de preço consoante o peso desses itens, visto que o valor é cobrado ao Kg de produto.

Como já se frisou, um código 560 não significa que tenha sido feito/produzido em Portugal. Apenas significa que a marca está registada na GS1-Portugal, sendo que 560 é o Código do País e os seguintes 6 digitos são o código da empresa. Por exemplo, reparei que a Palmolive, deve ter usado a estratégia de se registar em Portugal, para poder ter 560 no código, porque reparei uma série de embalagens que tinham o código orgininal por baixo e uma etiqueta nova de papel já com o 560 por cima.

No que aos códigos variáveis se refere, são comuns em hortofrutículas e carnes, e são constituidos da seguinte forma (em que x-são digitos que indicam produto e produtor, v são digitos que compõem o valor, p são digitos que compõem o peso e c é digito de controlo)

26 + xxxxx + vvvvv + c (prefixo 26 - código retalhistas, indica preço final/valor da unidade pesada)
27 + xxxxx + vvvvv + c (prefixo 27 - código produtores, indica preço final/valor da unidade pesada)

28 + xxxxx + ppppp + c (prefixo 28 - código retalhistas, indica peso da unidade)
29 + xxxxx + ppppp + c (prefixo 29 - código produtores, indica peso da unidade)

Aqui vão exemplo que eu tinha disponíveis em imagem:
Dois exemplos de prefixo 27, e um de prefixo 29 (neste caso o preço vai ser definido consoante a quantidade que cada cliente levar).

Estes códigos não determinam origem. Para obter essa informação teremos que recorrer a outras coisas como a marca sanitária (no caso de serem produtos cárneos), ou a origem, no caso dos hortofrutículas.

Espero ter ajudado.

Beijos

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

códigos 272 e 261

olá, parece que a dinâmica do blog também está de férias...hoje constatei um facto de que ainda não me tinha apercebido:
ao comprar fruta cuja origem era nossa deparei-me com o código a começar por 272.Questionei o funcionário que me garantiu que a indicação da produção estava correcta, e que este código é nosso para frutas e também alguns legumes, tal como o código para estes mesmos produtos começado por 261.
Nunca me tinha apercebido desta variante e desde que estou atenta a esta questão(há vários meses) que nunca me tinha deparado com estes códigos.
bjs

domingo, 14 de agosto de 2011

finalmente no blog

Olá Sara!

parece que finalmente consegui aderir ao teu blog!

obrigado pelas dicas que nos tens enviado.
quero partilhar o seguinte:
com a criação das linhas brancas nas grandes superficies e com o crescente aumento dos consumos destes, comecei a constatar que produtos de linha branca que inicialmente eram de origem portuguesa deixaram de o ser, como por exemplo iogurtes pingo doce e alguns produtos em lata ou frasco.Os espargos em frasco PD que inicialmente eram de origem portuguesa agora são(espantam-se) chineses!Temos a alternativa Ferbar que são nossos,ou se quisermos ter um pouco mais de trabalho é comprá-los e coze-los a vapor.Ficam excelentes!

Quanto ao leite há muito que a minha opção vai para a mimosa pois só usa leite produzido em portugal e isso é garantido seja em produto natural ou processado(iogurtes e manteigas).

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Produtos de origem animal






Bons dias malta...

Já em preparação para o fim de semana grande, e com muita churrascada em vista.. vamos abordar os produtos de origem animal, nomeadamente carneos.

Os produtos cujo abate ou desmancha, ou transformação seja feita em Portugal tem de ser feita em unidades autorizadas para isso. Essa autorização é visível através da marca sanitária/salubridade, em tudo idêntica à existente nos produtos lácteos.

A marca de salubridade deve ter a forma oval e pode ser feita a fogo ou a tinta. No interior da oval deve constar a sigla do país onde se situa o estabelecimento de abate/desmancha/transformação, o número de aprovação do respectivo estabelecimento e a sigla UE/CE (vide imagens).

A venda a granel (sem embalamento) é possível e legal. Em suínos a marca é normalmente carimbada nas peças da carcaça. Nos bovinos, normalmente é colocada uma etiqueta que tem de definir não só a origem, como o local de abate, como o próprio nº de animal (neste caso são identificados 1 a 1 com um número único). O rótulo pode ser o mesmo que veio da fase imediatamente anterior ou pode ser criado pelo próprio operador, desde que cumpra as exigências aplicáveis na fase imediatamente anterior. Deve ser colocado junto à peça ou peças de carne a que se refere, em local visível e perfeitamente identificável com a carne em questão e as informações escritas de forma perfeitamente legível.
Assim, sempre que esteja a comprar carne no talho, deve ser possível conseguir identificar aonde é que esta foi abatida ou transformada.

O mesmo se passa com so fiambres e outras carnes, queijos etc.. que são fatiados na hora no supermercado. É só espreitar para ver se a marca sanitária é portuguesa ou não.

A última imagem corresponde a tortelinni de espinafre e requeijão. E como podem ver não é português, mas sim Italiano...

Beijos e boas compras.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

A dificuldade nos produtos de Higiene





Lista de produtos de higiene a comprar:

-Papel higiénico - este foi fácil, ainda oscilei entre o Renova XXL e o Pingo Doce, mas como o Renova me dá garantias de ser feito em Portugal, para além de que um rolo vale 2 dos outros (o que tb ajuda o ambiente e o espaço na dispensa), a opção foi fácil. Renova XXL
-Champô - aqui pensava que ia ser mais fácil.. Porque tinha ideia que havia algumas marcas portuguesas assim mais caseiritas, tipo Feno de Portugal ou semelhantes.. Mas na verdade só há quase sabonetes.. De resto é tudo estrangeiros.. Então optei por produto regional de uma empresa que produz produtos de higiene com aloé vera. A ALVEDAMA. Farei um post só sobre esta empresa..
-Desodorizante, Pensos higiénicos ultra light e Gel Duche - não encontrava nenhum, tive de optar por uprodutos SKINO(que tb é uma marca do Pingo Doce) e marca Pingo Doce, duvido q seja feita em Portugal..mas enfim). Sei que para gel duche, há uma empresa aqui na madeira que produz este tipo de produtos, mas só há à venda nas lojas Sá.
-Óleo de bebé . Aqui nada feito, entre Johnson e Corinne de Farme (Itália e França) tive que escolher um.
-Qualquer coisa depilatória para pernas - há anos atrás existia uma coisa fabulosa, cujo especimen ainda tenho, chamada a Depiluva. Era absolutamente Portuguesa, e muito eficaz (é uma espécie de lixa suave, e basicamente o que fazia era limpar os pêlos por fricção), para quem tem pelos finos é muito eficaz, mas já há muitos anos que não a vejo. Alguém sabe onde se vende isto??
-Cotonetes - esta é a minha coroa de glória... Cotonetes Pinoca...só podia ser portuguesa.. Tem várias vantagens - é ambientalmente mais responsável porque a embalagem não usa plástico (é de cartão), os bastonetes tb são biodegradáveis, e ainda para mais é TUGA! Só vantagens...

Bessos

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Os gelados Olá... afinal há portugueses...

Olá pessoal.

Tendo em conta uma conversa que me fez a minha tia Milena, fui investigar na net. E parece que afinal há mesmo uma fábrica da Olá cá em Portugal...

Texto in:
http://producaonacionalfazbem.blogs.sapo.pt/9938.html (já agora vejam este blog, no fundo parece que tem a mesma génese que o Compra Português, mas já tem muito mais informação)

"A fábrica, localizada em Santa Iria da Azóia, produz um grande leque de gelados exclusivos para os mercados externos. Cerca de 50% da produção da fábrica da Olá em Portugal é para o mercado externo.
Nas nove linhas de produção, em funcionamento 24 horas por dia, produzem-se 18 mil cornettos por hora, alguns calippos, um solero e os gelados mais tradicionais que são vendidos em exclusivo em Portugal (Epá, Supermaxi e Perna de Pau). O resto das linhas produzem gelados para o mercado externo que não são vendidos em Portugal.
O produto mais exportado é o cornetto, já que a fábrica de Sta. Iria da Azóia é a que produz o melhor cornetto da Europa, eleito pelas seis unidades fabris europeias de gelados da Unilever.

"No total, vendem-se 10 milhões de cornettos de morango por ano, em Portugal, num total de 150 milhões de produtos vendidos. É o nosso "best seller", disse João Vale, director de marketing da Olá, que tem 62% de quota de mercado no consumo de gelados fora de casa e de 47% em casa.

Os gelados Olá fabricados em Portugal têm na embalagem código de barras iniciado por 560."

Ou seja, para o amante de um geladinho de pau, como eu.. Temos os que são made in portugal, for Portugal como os 3 mencionados. Para os restantes, temos é estar atentos ao código de barras...

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Jantar fora e tomar um café...



Origem da imagem: Tasca Típica Portuguesa. Paulo Alexandre - Verde Vinho. HardRock Cafe
conclusaomesabar.blogspot.com

Este fim de semana foi pródigo em comidas fora de casa..

Que dificuldades se encontrou...

No café:
1-Gelados... Quis comer um calipo, que adoro... Mas não é made in Portugal, nem sequer a marca é portuguesa (ou seja, não é 560). Comi-o na mesma.. mas se calhar em alguns cafés temos outras opções.. Por vezes os gelados de bola são caseiros ou marca nacional.. É questão de perguntar. Também poderia ter optado por algo um pouco mais saudável, como um sumo de laranja natural bem fresquinho.
2-Normalmente bolinhos e pão, e café serão nacionais em qualquer café. Atenção a sumos e refrigerantes. Troquei a coca-cola por água ou por brisa (bebida produzida Regionalmente na RAM), mas no continente também há Compal e tal, que são Portuguesas.. Evitar Fantas (não há sumol?), Coca-Colas, Minute maids (o suminho espremido na hora é bem melhor.. e até a probabilidade que as laranjas sejam nacionais é grande) e outras estrangeirisses..
3-Nos cafés, aqui na ilhota não há, mas no Continente, evitar os Starbucks, e optar pela tasquinha do costume..

Jantar/Comer fora de casa:
1- Se possível evitar as grandes cadeias internacionais, tipo MacDonalds e semelhantes.. A linha também agradece.. Escolham em vez disso o pequeno Restaurante perto de casa, ou mesmo uma casa de hamburguers. (aqui na Madeira temos o Castelo dos hamburguers e os Batidos de Santa catarina, que são boas opções para quando apetece aquela streak de fast-food)
2- No restaurante, optar mais uma vez por refrigerantes nacionais, águinha ou um bom vinho. Nos aperitivos e digestivos, se não for viajar muito.. em vez do whisky escolher um licor beirão, um cálice de vinho Madeira/Porto, ou qualquer coisa do género (não sou muito de bebidas alcoólicas, por isso aqui assumo a minha ignorância relativa a alternativas nacionais..
3- Quanto ao que estamos a comer no Restaurante, se for possível irmos a um sítio que sabemos, prefere os produtos da área.. Carninha abatida do matadouro do sítio, Peixinho da lota fresquinho.. essa será a melhor opção..
4- Nas sobremesas em vez de irmos para o gelado, porque não a frutinha, ou então o doce caseiro..

Já viram só num fim de semana quantos produtos feitos em Portugal podemos consumir a mais, se fizermos simples modificações, que no entanto não nos retirem o prazer que se pretende alcançar??

E o que vai acontecer.. Na semana seguinte, o pessoal já ter que trabalhar para repôr stocks.. Hehe! Jobs!

Beijos

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Lista de compras da semana passada



Ora a comprar:
-1 embalagem de Tortelini com espinafre e riccota
-1 embalagem de rucula
-1 embalagem de bolacha digestiva
-fruta
-1 chouriço de carne corrente

Ora fui a um Modelo...porque calhou..
-Tortelini.. bem procurei, mas só havia massa fresca do Continente..mas infelizmente é Italiana (atenção, aqui em tudo o que leve produtos de origem animal, a maneira de ver é idêntica aos lacticínios, a mesma marca Oval e deve ter PT no topo), nesta caso tinha IT. Procurei alguma coisa semelhante de outra marca, mas que fosse nacional. Mas não encontrei.. para a próxima tentarei no Pingo Doce quanto tiver de comprar um produto deste género..a ver (ou alguns de vós me podem dizer, se já comprou algo semelhante, mas made in Portugal...).

De resto consegui que fosse tudo Português.
- O Chouriço comprei Português (mais uma vez, marca oval com PT)
- A rúcula, que não havia, troquei por alface(aqueles saquinhos pré-lavados) e até era "Marca Madeira", que sempre que possível, também é de preferir...
- A bolacha digestiva também teve que ser ajustada. A Digestive da triunfo (que eu adoro), não é Portuguesa (tem código de barras não 560), procurei outra marca, e só encontrei marca Continente (que é 560, apesar de não ter a certeza se o produto é fabricado em Portugal)logo troquei pela dita (ainda por cima mais barata)!
-Fruta (normalmente ponho na lista só fruta, e depois vejo entre o que é Português e escolho), neste caso a seleccionada foi uma melância (clube de produtores do Continente, e dizia expressamente origem Portugal)
-Adicionei às compras um pacotinho de bolacha shortcake da trinfo, com o selo P (Compre Português).

Saldo desta ida ao super:
66.6% produto indubitávelmente português,
16.7% produto 560, mas sem certeza se é produzido em Portugal,
16.7% produto 560, mas não produzido em Portugal.

Acrescento as fotos ao fim do dia.. esqueci-me de trazer a máquina!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Começando pelos Lacticínios....



Olá pessoal..

No outro dia fui ao supermercado, e claro.. Andei a perscrutar muito bem os rótulos, códigos de barras e marcas sanitárias..

Uma informação básica e muito útil.. O código de barras de alguns destes produtos (especialmente marcas próprias e não só), até podem ser portugueses e começar por 560, mas o produto que lá está dentro, pode não ter sido produzido em Portugal...

Como verificar...
Vejam em iogurtes, ou quaisquer outros lacticínios (leite, queijo, requeijão, etc...), há sempre uma marca oval com a seguinte constituição: Duas letras maiusculas (indicativas do país de origem), a linha central é o código de produtor, e a linha final terá a menção CE (se for europeu...).

O truque aqui é comprar apenas (e sempre que possível) os produtos com código de país PT.
Reparei por exemplo que a maioria dos iogurtes Pingo Doce são PT, alguns do Modelo, mas não todos (por exemplo os gregos são espanhois, os da yoplait são franceses, etc...)

Aqui vai um exemplo duma marca sanitária Portuguesa e o exemplo de outra de uma manteiga que, infelizmente é belga, mas que tem código de barras 560... Ou seja, escolher outra!!!

Beijos

Compra Português inicia actividade!

Olá caríssimos...

Tendo em conta esta enorme crise, e a grande necessidade de sermos nós a tomar as rédeas da situação e a pegar a nossa economia pelos cornos, venho aqui propôr a ideia já tantas vezes repetida de comprar Português.
A verdade é que se queremos que diminua o desemprego, temos que estar a comprar coisas produzidas em Portugal, por portugueses.
Qualquer pessoa que já tenha visitado uma Suécia ou Noruega, sabe bem que é muito dificil encontrar nos supermercados deles produtos estrangeiros. Para além de ser tudo nacional, dão prioridade ao que é produzida na região em que se encontram, e na sua maioria os produtos são de produção biológica...
Já não peço tanto para Portugal, mas temos de começar por algum sítio...
Para isso pretendo dar-vos uma ajudinha.. contar-vos-ei os truques, as marcas que são Portuguesas e produzidas em Portugal (daquilo que conseguir identificar..), e também vos falarei das minhas jornadas no supermercado a tentar comprar produto português.

Conto também com a vossa ajuda, e com os vossos inputs preciosos para nos ajudar nesta senda da ida so supermercado...

Boas compras e viva Portugal...